Em um mundo tão competitivo, muitos já viveram momentos de sucesso ou fracasso em sua trajetória. Tanto na vida pessoal quanto na profissional, difundir ideias, desejos ou sonhos, pode ser uma árdua tarefa para aqueles que não exercitam sua percepção e atitude positiva – se você condena o fracasso e acha que ele é oposto ao sucesso, pode estar enganado.
As pessoas querem certezas e caminhos possíveis para chegar ao fim do arco-íris; e isso só será possível para aqueles que buscam por autoconhecimento e maestria na condução de seus projetos. Portanto, em momentos onde nada parece dar certo, aproveite sua vulnerabilidade e pense em alternativas que possam fazer você alcançar o tão estimado sucesso!
O fracasso versus um ambiente de trabalho altamente produtivo
Quem não falha em primeiro lugar, muitas vezes não apresenta bons resultados. Que tal refletir e dar os primeiros passos para transformar a sua realidade (e a da sua equipe)? Alguns fatores são importantes e precisam ser analisados; logo, questione se os pontos abaixo fazem parte da sua rotina:
- Você aceita e se acomoda com os clientes “satisfeitos”, em tempos de clientes exigentes, ambiciosos e muito bem informados?
- Analisa constantemente a sua conexão e postura profissional perante as empresas, e como essas questões são traduzidas para os clientes?
- Assume a responsabilidade na perda e ganho, idas e vindas de clientes?
- Você já identificou o que está acontecendo na sua empresa e porque os seus clientes não “criam raízes”? Ou porque seu público compra do concorrente e não de você?
- Você deixa as pessoas curiosas com os serviços e produtos que você tem a oferecer?
- Analisa o propósito do seu negócio e os anseios do seu cliente? Transmite uma mensagem eficiente de como você pode resolver o problema deles, quais são as vantagens de compra, benefícios etc.?
- Auxilia as pessoas de sua equipe a atingirem seus objetivos, antes de pensar apenas nas suas próprias metas?
- É empático e valoriza a visão do cliente? A proposta do seu negócio, produto e/ou serviço está clara e objetiva? Ou você faz falsas promessas?
- Aceita as adversidades ocorridas com seus colaboradores, sendo elas: tecnológicas, conexão, transporte, deslocamento, imprevistos, probabilidade de falhas na hora do atendimento? Assume o porquê deles não se engajarem, não se conectarem e não prestarem atenção em reunião, por exemplo?
- Compreende todas as fases de negociação, desde as propostas feitas, até possíveis mal entendidos ocorridos na hora da venda?
- A insatisfação dos clientes é perceptível? Você analisa o comportamento dos mesmos? (esse é um fator que pode variar dependendo da pressão exercida, já que em muitas das vezes, os clientes não tem coragem de falar a verdade ao contar sua história). Portanto, você investe em relacionamento?
- Você costuma manter contato com mais de um profissional da mesma empresa?
As questões acima podem ser analisadas por você e/ou pela sua empresa – coisas ruins e bobas estão propensas a acontecer caso o foco não seja direcionado para o que realmente precisa ser feito – ao que realmente é importante, sem grandes lamentações (o problema é quando não vemos nos tropeços uma oportunidade de melhorar e aprender através de um erro, repetindo-o).
Se convença de que o erro ocasional é valido e que devemos nos recompensar por ter feito o que foi necessário. Adotar estratégias menos motivadoras para a sua equipe também pode ser uma atitude mal pensada – punir, condenar… e não apoiar ou ensinar, é descartar a vulnerabilidade natural das pessoas, que precisam saber que, assim como eles, você também está propenso ao “fracasso”.
Caso você seja prestador de serviço ou funcionário, recomendo, também, que conheça e fale com o dono da empresa – quando for possível, é claro. Esse fator é muito importante, pois conecta e aproxima as pessoas, gerando relações de confiança mútua. Estamos em uma era de transformação, em todos os aspectos. Além de adotar novas percepções, devemos nos moldar para construir novos comportamentos e compreender o cliente, o negócio, o momento, a economia; aonde podemos chegar e aonde desejamos estar. Fazer a diferença é agir e resolver cada problema como se fosse seu, buscando evoluir, sempre.


